Com a Christie’s na palma da mão
Se você tem um iPhone e é ligado – ainda que por curiosidade – em leilões de arte e antiguidades, essa notícia é para você: a Christie’s acaba de lançar um novo serviço, que promete deixar você com aquela doce ilusão de ser o novo dono de um Picasso, ou de um Renoir.
Através da disponibilização, por celulares, da versão digital de seus catálogos, a casa de leilões espera dar um gás na compra e venda de objetos de arte. É a conveniência do lance sem sair de casa, e do resultado em tempo real. Simples assim…
Em tempos de recessão, a Christie’s precisou enxugar o quadro de funcionários, e reduzir a produção de impressos. A adoção de iPhones como interface com seu público foi mesmo uma grande sacada.
O efeito multiplicador dessa ferramenta é inimaginável. O alcance abrange não só os colecionadores tradicionais, sobretudo aqueles ligados em tecnologia, como também a imensa massa de compradores em potencial.
Em entrevista ao jornal inglês Guardian, Michael O'Neal, diretor de meios digitais da Christie’s, afirmou que a idéia é “atrair sim novos clientes, mas antes de tudo disponibilizar uma ferramenta conveniente aos clientes tradicionais ligados em tecnologia.”
Outra novidade da Christie’s é permitir aos proprietários de arte e antiguidades submeter peças de seu acervo à avaliação de especialistas, para inserção em futuros leilões.
Nesse caso, basta tirar uma foto do objeto, mandar pelo celular, e aguardar o diagnóstico. A avaliação não elimina os procedimentos técnicos e legais, mas encurta uma bela parte do processo.


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